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Atenção porque não é suficiente fazer antibioterapia. Esta é uma das patologias que se resolve com a alteração do manejo. Passei por situação semelhante há uns anos e a melhor resposta que obtive, foi quando passei a obrigar os animais a uma restrição alimentar todos os dias por um periodo de 3 a 4 horas. Ao que parece, não é por acaso que são normalmente os leitoes mais desenvolvidos os mais afectados. É necessário, para que a doença surja de forma exuberante, que para além da presença do agente patogénico haja em simultâneo, grandes níveis de ingestão de penso e isso acontece sobretudo com os animais mais desenvolvidos do grupo. Assim, a simples medida de redução do transito intesrinal, resulta normalmente na solução do problema, dispensando o oneroso recurso aos antibioticos. Note-se que este é um princípio de manejo alimentar a utilizar em continuidade e não só quando se declara um surto da doença do edema. Esta prática garante-lhe uma boa profilaxia para o problema, e, se a cumprir com rigor, não mais voltará a ter que se preocupar com esta questão. |
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