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Autor: Federico O. Velásquez Puga.
Data de publicação: 05/12/2006
Segurança alimentar é o fator que determina a utilização ou não de antibióticos na produção animal.
As siglas MRL (em Inglês) definem o Limite Máximo do Valor Residual nos alimentos. Isto significa: "A quantidade de um Antimicrobiano contido em um kilograma de alimento e que se consumido por uma pessoa durante toda sua vida não provocará efeitos adversos ou tóxicos". No caso da Colistina Meiji/Uniquímica os valores máximos estabelecidos são para ovos (300 ug/kg); músculo(150 ug/kg); pele e gordura em proporções naturais(150 ug/kg); fígado(150 ug/kg); rins(200 ug/kg); leite(50 ug/kg).
Esta tabela está aprovada pela Emea, Agência Européia para Avaliação de Produtos Medicinais Veterinários e Inspeção. A Colistina Meiji/Uniquímica está incluída no Anexo I no Conselho de Regulação (EEC) Nº 2377/90.
O Anexo I refere-se às drogas que foram estabelecidos seus Limites Máximos de Valor Residual nos alimentos. No caso da Colistina Meiji/Uniquímica, o produto está liberado para uso em todas as espécies produtoras de alimentos (aves, suínos, bovinos, ovinos, coelhos e peixes).
A Colistina Meiji/Uniquímica também consta na Lista Positiva do Japão, tabela provisória estabelecida a partir de Maio de 2006. O Limite Máximo do Valor Residual desta tabela é de 200 ug/kg para aves e suínos em músculo, gordura, fígado e rins.
Este uso permitido na prevenção e tratamento de doenças causadas por bactérias sensíveis a Colistina, bactérias Gram (-) (Escherichia Coli; Salmonella spp., Pseudomonas spp) oferece tranqüilidade de uso mesmo na fase de produção de carnes, ovos e leite, já que, pelas doses recomendadas, após seis horas após o término do tratamento, não encontraremos valores residuais acima dos estabelecidos pelas tabelas Européias e do Japão. Mesmo assim, temos que considerar o tempo estabelecido pela legislação de cada País.
Por sua absoluta e reconhecida confiabilidade, o sistema de produção animal, incluindo agroindústrias que objetivam sua produção aos mais exigentes mercado externos, utilizam sem preocupações quanto à segurança alimentar e legislação a Colistina Meiji/Uniquímica, respeitando os limites de tempo estabelecidos de retirada do produto.
Esta margem de segurança é confiável e elimina a possibilidade de verificação resíduos de metabólitos da molécula Colistina Meiji/Uniquímica devido ao fato dela ser pobremente absorvida pelo trato gastro-intestinal, atuando contra as bactérias maléficas do grupo das Gram(-) no Lumem Intestinal. Material enviado por Giovana de Paula, Uniquímica / Orbe Brasilis, Departamento de Comunicação
Autor: Federico O. Velásquez Puga.
Data de publicação: 05/12/2006
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DISCUSSÃO SOBRE ESTE ASSUNTO.

| 31/01/2007 |
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henrique marcos borochovitz Medico Veterinario/moatza Leanaf Halul HaZafon (Northern) - Israel |
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colistina e um antibiotico que a absorcao intestinal e mini a ou de dificil contatacao pelos exames . assim sendo pode-se usar em animais administrando per os (agua ou racao)/
Dr Henrique Marcos Borochovitz |
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| 29/03/2007 |
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Henry Médico Veterinario/solla S.a. Antioquia - Colômbia |
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Se recomienda el uso de Colistina como promotor de crecimiento en ponedoras ? Qué dosis se recomienda? |
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| 13/11/2007 |
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Jessica Monteiro Estudante/estudante Agronomia Unb Distrito Federal - Brasil |
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Gostaria de expor umas dúvidas:
Quem pode me falar a respeito do resíduo desse antibiótico e não só na carcaça de frango, principalmente do ponto de vista da exportação?
Quais são as exigencias dos países importadores de carne do Brasil?
seria de grande valia se me respondessem o mais rápido possível.
Agradeço desde já. |
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